domingo, 28 de fevereiro de 2010

The Matrix - Forever
















Bem vindos ao blog de Matrix, aqui continuaremos a jornada do 'Escolhido', reviveremos pontos fundamentais da historia, a jornada de Neo continua e só depende de você, irá ajudá-lo ou deixará que as maquinas vençam mais essa batalha?

Este blog foi feito para postagem de links para fotos, musicas, jogos, filmes, todos relacionados com a serie!
Venha fazer parte você também!

DO FUNDO DO BAÚ - Brian Joubert

Hoje venho com uma MAGNIFICA apresentação, digna de uma NOTA DEZ no Mundial de Patinação Artistica (no gelo) de 2004, e que tem como GRANDE autor, Brian Joubert, francês, assim como nosso 'querido' Merovingio.
Bom, não há palavras que possam descrever como o olhar...
Com vocês então: BRIAN JOUBERT - MATRIX EXIBITION



Espero que tenham gostado, em breve voltarei com a apresentação (mais uma) Matrix em Vancouver 2010!
Até a próxima!

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Matrix - COLEÇÃO em Blu-Ray...

Olá amigos leitores...

Hoje venho trazer novidades sobre a coleção Matrix em Blu-Ray, recentemente adquiri e posso dizer que foi um investimento e tanto, qualidade IMENSAMENTE superior, posso acrescentar que é simplesmente explendido poder acompanhar as emoções de Matrix e uma imagem de causar inveja a qualquer outra SUPER produção de 'maior' importância.

Trago através deste algumas informações importantes pra quem também pensa em adquirir esse belissima coleção em uma qualidade de altissimo nivel...

Sinopse

A Trilogia Matrix Completa

Matrix
Em um futuro próximo, Thomas Anderson (Keanu Reeves), um jovem programador de computador que mora em um cubículo escuro, é atormentado por estranhos pesadelos nos quais encontra-se conectado por cabos e contra sua vontade, em um imenso sistema de computadores do futuro. Em todas essas ocasiões, acorda gritando no exato momento em que os eletrodos estão para penetrar em seu cérebro. À medida que o sonho se repete, Anderson começa a ter dúvidas sobre a realidade. Por meio do encontro com os misteriosos Morpheus (Laurence Fishburne) e Trinity (Carrie-Anne Moss), Thomas descobre que é, assim como outras pessoas, vítima do Matrix, um sistema inteligente e artificial que manipula a mente das pessoas, criando a ilusão de um mundo real enquanto usa os cérebros e corpos dos indivíduos para produzir energia. Morpheus, entretanto, está convencido de que Thomas é Neo, o aguardado messias capaz de enfrentar o Matrix e conduzir as pessoas de volta à realidade e à liberdade.

Matrix Reloaded
Nuvens de Sentinelas. Clones do agente Smith. Neo pode voar, mas talvez nem mesmo o "Escolhido", com novos e impressionantes poderes, seja capaz de conter o avanço das máquinas. Neo, Morpheus e Trinity. Todos estão de volta para o poderosos segundo capítulo da trilogia Matrix - juntamente com novos aliados - , batalhando contra inimigos que são clonados, evoluíram e estão cada vez mais próximos de destruir o último enclave humano no planeta. Também voltam os Irmãos Wachowski e o produtor Joel Silver, expandindo sua visão a novos limites, com um espetáculo que choca os sentidos, acelera o coração e desenha os caminhos futuros do cinema.. O Que é a Matrix? A questão ainda não é respondida totalmente, e acaba conduzinndo a uma outra: Quem criou a Matrix? Matrix Reloaded é um filme pleno de revelações, que abre caminho para inúmeras "revoluções".

Matrix Revolutions
Neo - Trinity - Morpheus - Agora é matar ou morrer. No impressionante episódio final da trilogia Matrix não há outra opção para os humanos. Para Neo, isso significa ir aonde ninguém jamais ousou - o coração da Cidade das Máquinas para uma luta cataclísmica contra o cada vez mais poderoso programa renegado Smith. Para os criadores irmão Wachowski e para o produtor Joel Silver, isso significa superar a fantástica inventividade visual dos primeiros dois filmes. A revolução é agora, com Matrix Revolutions.

Extras
Introdução aos Extras feita pelos Irmãos Wachowski
Comentários de filósofos, críticos, do elenco e da equipe de filmagem e do compositor. Documentário - Matrix Revisited
Behind The Matrix - Galerias de fotos e Featurettes
A Música de Matrix Revisitada - 3 Horas de músicas dos filmes para você escolher e apreciar.
Video Clips de Marylin Manson e P.O.D.
ENTER THE MATRIX Documentário do game THE MATRIX
ENTER THE MATRIX Veja 23 cenas de ação gravadas para o Game que se conecta em Matrix Reloaded
Trailers e Spots de TV.

Dirigido por:
Andy Wachowski, Larry Wachowski,
Elenco:
Keanu Reeves, Laurence Fishburne, Carrie-Anne Moss, Hugo Weaving, Joe Pantoliano...

Deixo aqui então, minha parcela de contribuição, espero que possam aproveitar algumas informações para poderem fazer a escolha certa, saudações a todos!

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Quadrinhos de Matrix sairão a tempo de comemorar 10 anos do filme!

Quadrinhos de Matrix vão sair no Brasil a tempo de comemorar 10 anos do filme

Histórias haviam sido produzidas antes da estreia para discutir a realidade
06/04/2009Érico Assis

Se você já era um nerd dedicado 10 anos atrás, vai lembrar que um dos primeiros websites de filme que chamou atenção geral foi o de Matrix - que, na época, era só mais um filme do Keanu Reeves com um trailer muito legal.

Um dos grandes atrativos do website: histórias em quadrinhos, produzidas exclusivamente para a Internet, que contavam histórias em torno do questionamento da realidade que o filme propunha. E não eram HQs de qualquer um: Neil Gaiman, Ted McKeever, Bill Sienkiewicz, Paul Chadwick, Peter Bagge, Dave Gibbons, John Van Fleet, David Lapham e outros colaboraram a convite dos irmãos Wachowski - que, para quem não sabe, já foram escritores de quadrinhos.

Esse material finalmente será lançado em português. Matrix Comics Vol. 1, que a Panini promete ainda para este mês, traz 160 páginas dos quadrinhos promocionais do filme, a tempo de comemorar os 10 anos de seu lançamento.

A versão impressa das HQs foi publicada nos EUA em 2003 pela editora formada pelos Wachowski, a Burlyman Entertainment. Os próprios irmãos diretores escrevem uma das histórias, com ilustrações de Geof Darrow (Hard Boiled) - que colaborou nos storyboards e em outras criações visuais do filme. A história tem relação direta com "O Segundo Renascer", a animação que faz parte da série Animatrix.

Matrix Comics vol. 1 sai por aqui em capa dura e o preço sugerido é de R$ 42. O livro ainda não está em pré-venda.


Matéria publicada no site Omelete

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Dez anos após o lançamento de Matrix

Clássico moderno: Matrix completa dez anos de lançamento




Ivan Marques | Redação CORREIO

As opções eram duas. A pílula azul levava Neo (Keanu Reeves) de volta para a cama dele, sem saber o que se passava realmente no mundo, sem problemas. A vermelha, como o próprioMorpheus (Laurence Fishburne) disse, “mostraria que o buraco do coelho de Alice era muito mais embaixo”. Sorte dos espectadores que o personagem vivido por Reeves tomou a decisão certa.

Há dez anos, os irmãos Larry e Andy Wachowski entravam para história do cinema com um filme que não era apenas um filme. Filosofia, audiovisual, kung fu, budismo, matemática, física, cyberpunk... De tudo um pouco e muito mais do que isso. Referências a Philip K. Dick e William Gibson (dois dos pais do cyberpunk), clássicos do cinema (ver boxe) e um efeito especial nunca antes visto foram alguns do elementos que provocaram o sucesso do filme.


Filme se tornou uma das principais referências da cultura pop nos últimos tempos

O chamado “bullet time photography” - onde para deixar algo mais rápido, diminuía- se a velocidade dos quadros - utilizou-se de uma tecnologia inédita, com dezenas de câmeras capturando o mesmo movimento. “O pensamento que existe em quem gosta de filmes é que o cinema se divide em antes e depois de Matrix”, acredita o analista de sistema Jorge Santos, 29, cinéfilo de carteirinha.

Para ele, o tema do filme é de que as pessoas precisam se desprender das suas vidas para sobreviver. “A ideia é de que o ser humano está sempre aprisionado dentro de si próprio e o escolhido é o desvio-padrão disto tudo”, argumenta.

MULTIMÍDIA - De fato, nunca antes uma obra tinha sido tão ampla em termos de mídias. Matrix utilizou, além do próprio longa, dois jogos de videogames, um site e uma série de animes - os Animatrix - para completar o universo da trama, onde homens e máquinas inteligentes travam um duelo em ambientes reais e virtuais.


'Bullet time photography' utilizou tecnologia inédita para capturar o movimento

As outras mídias não recontavam aquilo que se viu na obra de 1999, mas completavam o pensamento utilizando personagens secundários ou introduzindo a história contada no filme. O nível de entendimento no universo dos irmãos Wachowski varia de acordo como quão fundo o público vai junto com eles no “buraco do coelho”.

“Cheguei a entrar no site, tinha lá uns três ou quatro quebra-cabeças. Em um deles tinha a mensagem 'No fim, o esclarecimento aparecerá'. O segredo estava nos créditos do filme”, relembra Santos, que possui a trilogia completa em DVD. Elementos como o disseminado protetor de telas de computadores, as vestimentas pretas e o ‘up’ recebido pela música eletrônica presente na trilha do filme - também são marcos de Matrix.

TRILOGIA - O que muita gente não contava e que decepcionou boa parte do público foi o que veio depois. Por mais que a qualidade de Matrix Reloaded e de Matrix Revolutions seja motivo de discussões, uma coisa é certa: Matrix não foi pensado com uma trilogia por Andy e Larry Wachowski.

Por isso, a “recarga” (reload, em inglês) do universo do filme não saiu nem perto do que foi o primeiro longa. Uma história não lá muito bem feita ainda exige que um ótimo ator segure as pontas disso tudo, algo que, convenhamos, Keanu Reeves nunca foi. Independente da qualidade, as duas sequencias não tiram de maneira alguma a importância histórica de Matrix, o primeiro filme a verdadeiramente representar o século XXI.

(Notícia publicada na edição de 02/04/2009 do jornal CORREIO)



Peço desculpas aos fãs da serie por algumas palavras mal colocadas pelo redator, estou apenas repassando a matéria. Boa leitura a todos!

domingo, 5 de abril de 2009

Matrix completa 10 anos!

A revolução digital, dez anos depois de Matrix


Como em todas as grandes revoluções pelas quais passou a humanidade, a Era Digital também tem seus marcos culturais, materiais, humanos. Se na Inglaterra dos primeiros tempos da industrialização o grande invento era a máquina a vapor, fator tecnológico decisivo para a implantação de um sistema de trabalho ininterrupto nas fábricas, a Era Digital se sedimentou com o advento da Internet, a rede mundial de computadores.

Se a Independência dos Estados Unidos, que influenciou os passos políticos de praticamente todas as demais nações do continente na luta contra metrópoles europeias, teve líderes marcantes como George Washington e Thomas Jefferson, a Revolução Digital firmou no horizonte o espaço virtual colaborativo a partir de trabalhos como a Wikipédia, criada por Jimmy Wales ou os Blogs, celebrizados a partir da maior plataforma de criação desses instrumentos, o Blogger, idealizado por Evan Williams.

Se na Revolução Francesa, por exemplo, falávamos dos pensadores iluministas e de suas obras - Rousseau, Montesquieu, Diderot e D¹Alembert -, hoje nos lembramos de Larry e Andy Wachowski, criadores de Matrix. Se ainda no contexto revolucionário francês podemos nos lembrar das manifestações populares, das disputas entre a burguesia e os sans-cullottes, por sua vez
podemos destacar o ciberativismo do século XXI, com suas manifestações globais a partir da rede, em prol do meio ambiente e de tantas lutas legítimas.

A Era Digital foi modificando as bases de funcionamento da economia. Foram estabelecidas condições para que tudo funcionasse de forma conectada, globalizada e alheia a qualquer impedimento espacial ou temporal. Os investidores financeiros operam de olho em monitores que lhes permitem acompanhar o fechamento dos negócios em Wall Street (Nova Iorque) - Dow Jones ou Nasdaq - enquanto ao mesmo tempo acompanham os rumos da Bovespa (SP), os dados de Tóquio ou ainda os mercados europeus.

Não podemos mais nos dizer cidadãos brasileiros, americanos, alemães, japoneses ou australianos. Somos todos seres globalizados, que a qualquer momento, pelas vias reais ou virtuais, se transportam para destinos próximos ou distantes. Se na França revolucionária se definiram as bases do mundo burguês, consolidando o capital como o elemento crucial ao redor do qual giram as relações humanas, o terceiro milênio, estruturado em bases virtuais e digitais, propõe e realiza o sonho da onipresença. Vivemos uma época em que é possível a noite virar dia pela web, na qual Morfeus (o mitológico Deus do Sono) pode ser trocado pela comunicação instantânea (via celular, Wi-Fi ou rede 3G, de qualquer lugar do mundo civilizado).

O dinheiro deixou de ser sonante, virou plástico e caminha cada vez mais para a virtualização. Recebemos salários e pagamos contas sem que nenhuma nota ou moeda tenha que passar por nossas mãos. O que era aparentemente só devaneio de escritores de ficção científica ganhou vida. Isaac Asimov, Arthur C. Clarke ou Phillip K. Dick acertaram em inúmeras de suas ³previsões² literárias.

Até mesmo a política consolida suas novas bases operacionais utilizando-se do conceito de convergência das mídias e celebrando o computador e a internet como os grandes beneficiários desta nova realidade tecnológica. Barack Obama que o diga. Há, no mundo de hoje, mais de 1,6 bilhão de internautas - aproximadamente um quarto da humanidade está conectada ao mundo virtual. Nenhum outro recurso tecnológico teve tamanho impacto sobre a humanidade em tão pouco tempo.

Cabe, no entanto, refletir sobre tudo isso com mais calma e tempo do que a Era Digital nos compele a fazer. Tudo hoje é expresso, rápido, acelerado. E é exatamente neste ponto que ainda não se fez uma leitura necessária e pontual sobre o questionamento central de Matrix, produção cinematográfica que, de certa forma, inaugurou enquanto marco cultural a Era Digital.

A pílula vermelha e a azul simbolizam não apenas a revolução e o imobilismo, a mudança e a continuidade, a transformação e permanência. Seu significado vai além de simplesmente compactuar, usufruir ou utilizar os recursos da tecnologia, do mundo virtual. Exigem uma leitura analítica, detalhada e crítica, para que possamos dizer sim, não ou talvez, de acordo com nossa consciência e clareza a respeito do mundo em que estamos vivendo.

Não podemos simplesmente aderir. Não podemos ser corporificados pela tecnologia e pela Era Digital. É imprescindível compreender, selecionar, rejeitar, opinar, entrar e sair de acordo com nossas escolhas. Caso não façamos isso, o que estará acontecendo (e que já está se processando na maioria dos casos), é a escolha - ainda que inconsciente -, da pílula azul. Migramos de uma realidade analógica para uma digital, mas ainda que percebamos o impacto das tecnologias sobre nossas existências pouco ou nada mudou, apenas trocamos os tipos de ferramentas que usamos.

Se, por outro lado, resolvermos assumir nossas dúvidas, inseguranças e fraquezas, ingerindo a pílula vermelha para descobrir ³até onde vai a toca do coelho², por mais dor e angústia que isso possa provocar, estaremos realmente nos posicionando e lutando por um mundo no qual a humanidade não estará abrindo mão de seu mais precioso bem, a liberdade.

A proposta presente na pílula vermelha simbólica de Matrix é a de que não sejamos apenas os bestializados, que a tudo assistem passivos, sem participação real. Que não nos tornemos os apertadores de botões que movimentam linhas de produção e ao final não compreendem o processo produtivo no qual estão inseridos. Não há arautos, profetas nem tampouco devem existir intermediários. A leitura e compreensão da Era Digital, que está diante de nós, é pessoal, intransferível, inalienável.

Por João Luís de Almeida Machado: Editor do Portal Planeta Educação; Doutor em Educação pela PUC-SP; Autor do livro "Na Sala de Aula com a Sétima Arte ­
Aprendendo com o Cinema"

sábado, 20 de dezembro de 2008

O herói de Matrix é você - por Ricardo Kelmer




Um dos motivos pelos quais o filme Matrix faz tanto sucesso pelo mundo inteiro é o seu enredo: ele tem profundas bases mitológicas. As pessoas se identificam com essas obras porque os mitos fazem parte da mente humana, estruturando-a, guiando o comportamento. No caso de Neo, o protagonista de Matrix, sua história nada mais é que uma versão moderna do antiquíssimo mito da jornada do herói, presente na mitologia de todos os povos da Terra.

Nesse mito o herói precisa largar a segurança de sua terra ou família e partir em busca de algo difícil e precioso, enfrentando perigos e arriscando a vida. Luta contra inimigos terríveis e no fim retorna transformado e vitorioso, mais forte, experiente e seguro, para salvar o reino, casar-se com a princesa ou substituir um velho rei injusto ou doente.

Com algumas variações este tema se repete em nossos mitos, lendas e contos de fada desde que aprendemos a contar histórias ao redor das fogueiras, nas noites escuras dos primórdios da humanidade. O que parece um costume ingênuo na verdade é o modo pelo qual os humanos conseguiram, durante toda sua história e sem muita consciência disso, passar para as gerações seguintes algo vital para a sobrevivência da espécie: o segredo da auto-realização.

Hoje, em lugar das fogueiras, nos reunimos no escuro dos cinemas para contar a mesma história, a fim de não esquecermos do segredo. Por isso, quando esse segredo é recontado nos filmes, disfarçado em dramas, romances, aventuras e comédias, nós nos identificamos, algo dentro de nós se agita e de repente a vida faz mais sentido: é o mágico efeito que os mitos provocam.

Em algum momento da vida o mito da jornada do herói é reativado na psique. Então nos vemos como o herói de Matrix, insatisfeitos e em conflito com nós mesmos. Despertamos para a necessidade da mudança. Vemo-nos obrigados a largar as certezas de nosso mundinho e partir rumo ao desconhecido em busca de algo que nos completará, arriscando a segurança e enfrentando o medo, as dúvidas e até mesmo a auto-sabotagem. Se persistirmos na jornada, atingiremos novos níveis de autoconhecimento e harmonia com a vida e realizaremos nosso potencial. Toda vez que alguém atinge esse ponto de evolução pessoal a espécie como um todo também evolui.

É por isso que continuamos a contar para as novas gerações, nas salas de cinema e com roupagem moderna, as antigas aventuras dos heróis míticos. Para jamais esquecermos que o sentido da vida é realizarmos quem somos. Uma façanha heróica, sim, mas ao alcance de mim, de você e todos nós.

NOTA: Texto de boa reflexão, bem editado, muito bem executado por nosso amigo Ricardo Kelmer. Mas venho ressaltar que NÃO concordo com tudo que está em pauta, apenas estou repassando, um conteudo a mais que os fãs da Trilogia terão pra ler.
Saudações!